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"Me deixa olhar pra vocês? Ninguém beija como as lésbicas."

-Velhas Virgens (via onlyforlesbians)
70 notes | Reblog | 5 days ago

5,543 notes | Reblog | 6 days ago
youremyfirework:

 E pensar em você antes de dormir já virou rotina.

youremyfirework:

 E pensar em você antes de dormir já virou rotina.

(Source: amargurando-me)


2,227 notes | Reblog | 3 weeks ago

(Source: synodik)


31,623 notes | Reblog | 4 weeks ago
E lá estava ela mais uma vez em seu quarto com seus fones de ouvido e suas ideias locas de suicido. Pensava em toda sua vida, sabia que não havia motivos para tanto drama, mas gostava de ver aquele vermelho de seu sangue. Passava em seus loucos e inacabáveis pensamentos cada uma das vezes que já teria se machucado, havia momentos que se arependerá de tal atitude, mas naquele momento era o que mais desejava. Não aguentava mais fingir estar bem, todo dia era a mesma coisa, segurava as lágrimas e soltava os sorrisos falsos. De noite, muitas vezes não conseguia dormir com seus pensamentos. Muitas vezes se assustava com o que pensava, mas naquele momento trancada em seu quarto observava cada detalhe, via seus brinquedos de infância e lembrava de momentos com cada um deles. Pegou um ursinho que tinha desde 1 ano de idade, beijou de vagar a ponta do narizinho feopuldo dele e o abraçou apertado enquanto chorava deitada em sua cama. Ela pegava seu celular, queria ver uma mensagem dando à ela motivo pra continuar ou uma ligação que a fizese chorar de alegria e vontade para sair daquele quarto, mas como sempre: nada. Ela observava as marcas em sua perna e em seu pulso, queria velas aberta novamente, já havia largado o ursinho e o celular, e em sua mão encontravase sua lâmina, pensava em todos, mas já não encontrava ninguém que pude-se salva-la naquele momento que a atormentava, estava perdida mais que o de custume. Seu choro havia parado,  olhava fixamente para o objeto de metal em suas mãos, sentia aquilo acariciar seu braço suavemente e viu aqule pouco sangue, não se contentou, passou a lâmina com mais força, gritou de dor, mas sorriu, toda dor havia acabado. Estava morta ao lado de seu ursinho e do celular vibrando, havia uma nova mensagem: “nunca me deixe, meu amor. Eu te amo. Preciso de ti.” Mas já era tarde.
-Mandy

E lá estava ela mais uma vez em seu quarto com seus fones de ouvido e suas ideias locas de suicido. Pensava em toda sua vida, sabia que não havia motivos para tanto drama, mas gostava de ver aquele vermelho de seu sangue. Passava em seus loucos e inacabáveis pensamentos cada uma das vezes que já teria se machucado, havia momentos que se arependerá de tal atitude, mas naquele momento era o que mais desejava. Não aguentava mais fingir estar bem, todo dia era a mesma coisa, segurava as lágrimas e soltava os sorrisos falsos. De noite, muitas vezes não conseguia dormir com seus pensamentos. Muitas vezes se assustava com o que pensava, mas naquele momento trancada em seu quarto observava cada detalhe, via seus brinquedos de infância e lembrava de momentos com cada um deles. Pegou um ursinho que tinha desde 1 ano de idade, beijou de vagar a ponta do narizinho feopuldo dele e o abraçou apertado enquanto chorava deitada em sua cama. Ela pegava seu celular, queria ver uma mensagem dando à ela motivo pra continuar ou uma ligação que a fizese chorar de alegria e vontade para sair daquele quarto, mas como sempre: nada. Ela observava as marcas em sua perna e em seu pulso, queria velas aberta novamente, já havia largado o ursinho e o celular, e em sua mão encontravase sua lâmina, pensava em todos, mas já não encontrava ninguém que pude-se salva-la naquele momento que a atormentava, estava perdida mais que o de custume. Seu choro havia parado, olhava fixamente para o objeto de metal em suas mãos, sentia aquilo acariciar seu braço suavemente e viu aqule pouco sangue, não se contentou, passou a lâmina com mais força, gritou de dor, mas sorriu, toda dor havia acabado. Estava morta ao lado de seu ursinho e do celular vibrando, havia uma nova mensagem: “nunca me deixe, meu amor. Eu te amo. Preciso de ti.” Mas já era tarde.
-Mandy


Oi. Eu tenho um nome, mas não quero dizer-lo. Tenho 15 anos, to quase para 16. Tenho um problema. Sei o que estão pensando: “todos nós temos problema”. Mas meu problema é, bem não vou dizer diferente, pois muita gente anda fazendo isso, mas cada um tem o seu caso, cada um tem seus problemas, para chegar a esse problema maior e perigoso. Há mais ou menos 2 anos e meio, venho tendo vontade de me machucar, e há mais ou menos meio ano comecei a me cortar. Nunca vou esquecer o primeiro em que já não aguentava mais, tinha discutido com meus pais não lembro o por que e mais a noite peguei o meu estilete e comecei a pasar sobre minha perna, foi uma sensação estranha, na qual me senti assustada, apavorada, mas ao mesmo tempo senti prazer. Agora você deve estar pensando: “que garota loca da porra. Vou parar de ler esse texto do caralho”. Mas não pare, porfavor. Depois da primeira vez a vontade foi aumentando, mas me controlei por mais ou menos um mês. Contei para meus pais, que esconderam todas minhas tesouras e meu estilete, mas tem um barbeador no box do banheiro, que foi usado todos os dias para ferir minha perna, acho que chorei apenas uma ou duas vezes ao ver meu sangue. Muitos me jugam, dizem que é coisa besta de adolescente, mas me lembro que desde criançinha adorava quando me machucava ( sem querer), teve uma vez que cai de queixo e enquanto todos estavam apovorados eu ria ao ver minha mão lavada com meu sangue. ISSO NÃO É NORMAL!!  De uns dois meses pra cá, achei uma lâmina ainda lacrada em um kit de costura da minha mãe. Levo a lâmina para a escola com medo da minha mãe encontra-la em meu quarto. Tem dias que tenho vontade de passa-la por todo meu braço e ver aquele sangue, mas sempre que isso acontece lembro “dele”, meu ex, e de meu irmão. Agora você penso:”aff, ela não se mata por causa do ex!?” Pra mim não é ex, a gente não termino, fui proibida de ve-lo por meu pai. Não consigui controlar a vontade que tinha dele e meu pai descobriu bem quando estava conseguindo parar. Bem…os unicos momentos em que me sentia feliz de verdade eram ao lado dele. E agora nem posso mais ve-lo. Ele conseguiu fazer que eu jurase por ele e por meu irmão que nunca mais me cortaria, fiquei mais um tempo longe da lâmina, mas eu nunca consigo controlar minhas vontades e sempre me phodo no final. Perdi tudo! Perdi ele, perdi a saninade, perdi a confiança de quem amo, perdi minha vida. Esses dias uma amigo meu que eu nunca vi, pra quem não havia contado essa história, me perguntou se era só impressão dele ou eu não era muito feliz, depois disse tembém que eu apenas sobrevivo. E enquanto conversavamos, passava pela minha cabeça que está tão obvio assim. Eu tento, tento  e tento. Mas são noites inteiras que passo acordada, são sorrisos falsos e mentiras bestas, são lágrimas derramadas e sangue escorrendo. Minha vida não passa disso, uma mentira que conto  para que achem que sou feliz, mas são poucos que não acreditam, e os principais não percebem isso. Né, mãe? Né, pai? As vezes quero me enternar, para não cometer algum suicidio, mas como sempre as palavras nunca saem por medo de julgamentos, e medo deu sair mais machucada no final, tanto internamente quanto externamente.

Oi. Eu tenho um nome, mas não quero dizer-lo. Tenho 15 anos, to quase para 16. Tenho um problema. Sei o que estão pensando: “todos nós temos problema”. Mas meu problema é, bem não vou dizer diferente, pois muita gente anda fazendo isso, mas cada um tem o seu caso, cada um tem seus problemas, para chegar a esse problema maior e perigoso. Há mais ou menos 2 anos e meio, venho tendo vontade de me machucar, e há mais ou menos meio ano comecei a me cortar. Nunca vou esquecer o primeiro em que já não aguentava mais, tinha discutido com meus pais não lembro o por que e mais a noite peguei o meu estilete e comecei a pasar sobre minha perna, foi uma sensação estranha, na qual me senti assustada, apavorada, mas ao mesmo tempo senti prazer. Agora você deve estar pensando: “que garota loca da porra. Vou parar de ler esse texto do caralho”. Mas não pare, porfavor. Depois da primeira vez a vontade foi aumentando, mas me controlei por mais ou menos um mês. Contei para meus pais, que esconderam todas minhas tesouras e meu estilete, mas tem um barbeador no box do banheiro, que foi usado todos os dias para ferir minha perna, acho que chorei apenas uma ou duas vezes ao ver meu sangue. Muitos me jugam, dizem que é coisa besta de adolescente, mas me lembro que desde criançinha adorava quando me machucava ( sem querer), teve uma vez que cai de queixo e enquanto todos estavam apovorados eu ria ao ver minha mão lavada com meu sangue. ISSO NÃO É NORMAL!! De uns dois meses pra cá, achei uma lâmina ainda lacrada em um kit de costura da minha mãe. Levo a lâmina para a escola com medo da minha mãe encontra-la em meu quarto. Tem dias que tenho vontade de passa-la por todo meu braço e ver aquele sangue, mas sempre que isso acontece lembro “dele”, meu ex, e de meu irmão. Agora você penso:”aff, ela não se mata por causa do ex!?” Pra mim não é ex, a gente não termino, fui proibida de ve-lo por meu pai. Não consigui controlar a vontade que tinha dele e meu pai descobriu bem quando estava conseguindo parar. Bem…os unicos momentos em que me sentia feliz de verdade eram ao lado dele. E agora nem posso mais ve-lo. Ele conseguiu fazer que eu jurase por ele e por meu irmão que nunca mais me cortaria, fiquei mais um tempo longe da lâmina, mas eu nunca consigo controlar minhas vontades e sempre me phodo no final. Perdi tudo! Perdi ele, perdi a saninade, perdi a confiança de quem amo, perdi minha vida. Esses dias uma amigo meu que eu nunca vi, pra quem não havia contado essa história, me perguntou se era só impressão dele ou eu não era muito feliz, depois disse tembém que eu apenas sobrevivo. E enquanto conversavamos, passava pela minha cabeça que está tão obvio assim. Eu tento, tento e tento. Mas são noites inteiras que passo acordada, são sorrisos falsos e mentiras bestas, são lágrimas derramadas e sangue escorrendo. Minha vida não passa disso, uma mentira que conto para que achem que sou feliz, mas são poucos que não acreditam, e os principais não percebem isso. Né, mãe? Né, pai? As vezes quero me enternar, para não cometer algum suicidio, mas como sempre as palavras nunca saem por medo de julgamentos, e medo deu sair mais machucada no final, tanto internamente quanto externamente.



50,956 notes | Reblog | 6 months ago

Estudar para as Provas:

emptyprince:

(evandergc)

(Source: preciso-rir)


198 notes | Reblog | 6 months ago

"Não está tudo bem agora, pequena. Mas vai ficar."

-Gabito Nunes (via forgettinglovers)
272 notes | Reblog | 6 months ago

(Source: fatd0nalds)


35,707 notes | Reblog | 6 months ago
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